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NYFW: de Alexander Wang a Lacoste

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Em plena reentre da industria da moda, é a cidade de Nova Iorque que lança o mote para as semanas da moda mundiais. Segue-se, depois, Londres, Milão e Paris.

A DIVO esteve atenta às passerellas americanas e às tendências masculinas apresentadas em Nova Iorque e elegeu os pontos-chave de cada desfile.


ALEXANDER WANG


© Imaxtree


Foi 2 em 1: para além de ter apresentado as propostas da sua marca homónima, também revelou, em primeira mão, uma colaboração exclusiva com a Adidas.

Com cores neutras e cortes oversized, a grande aposta de Wang foram as camisas de manga-curta.

Numa estética claramente andrógêna, as peças parecem assumir uma relação estreita com os dois géneros.


J. CREW


© Imaxtree


Uma apresentação inesperada: quebrando o habitual, a coleção primavera-verão da marca nova iorquina foi apresentada por modelos reais, desde amigos e trabalhadores da marca a jornalistas, com idades entre os 13 e os 70 anos.

Numa paleta de cores assumidamente terra, as peças em tons mais neutros e românticos – como o azul-céu ou o rosa-claro – saltaram à vista.


Calças de corte-largo com cumprimento pelo tornozelo, algumas personalizadas com uma sobreposição de tecidos, pullovers simples e monocromáticos, camisas elegantes e algumas peças estampadas – especialmente com riscas – foram as predominâncias da nova coleção J. Crew.


LACOSTE


© Imaxtree


O designer português Filipe Oliveira Baptista, diretor criativo da marca, inspirou-se na Villa Malaparte da ilha de Capri, em Itália, para elaborar a coleção para a próxima estação.

Com uma estética desportiva mas elegante, as novas peças da Lacoste transbordam classe e conforto – macacões em tecidos impermeáveis e frescos, calças sporty em algodões de luxo e casacos estilo bomber foram algumas das peças mais vistas na passerelle nova iorquina.

Também os icónicos Polos Lacoste ganharam um novo visual, demonstrando a atenção da casa francesa pela inovação: a nova versão conta com capuz e atilhos.


RAG & BONE


© Imaxtree

Numa passerelle escura, as roupas Rag&Bone faziam tanto a colecção como o cenário.

Este foi um importante momento para a marca, por ser a primeira colecção assinada apenas por Marcus Wainwright, depois da saída de David Neville no inicio deste ano.

Determinado em manter-se fiel ao ADN da Rag&Bone, as peças surgiram atléticas e com vibes urbanas com cores básicas – como o preto, o camel ou o azul-escuro – que contrastavam com picos de cor forte, como o vermelho-vivo ou o azul-Klein – que iam aparecendo em certas peças.